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Mudanças na NR-1: O que o RH precisa ficar atento?

O debate sobre a saúde mental e o bem-estar no ambiente de trabalho nunca estiveram tão em alta, principalmente após as recentes mudanças na NR-1.

Também conhecida como Norma Regulatória nº1, ela é responsável por estabelecer regras gerais de saúde e segurança no trabalho.

Devido às últimas atualizações no ano de 2024, a normativa passou a exigir o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

Além disso, também passou a incluir fatores psicossociais, como carga excessiva de trabalho e pressão excessiva por resultados, situações que afetam negativamente a saúde mental dos colaboradores.

Apenas a título de curiosidade, uma pesquisa realizada em 2024 pela Guia da Alma, startup de soluções de saúde mental nos segmentos B2B e B2C, descobriu que 62,6% das pessoas sentem alto nível de ansiedade no Brasil.

Infelizmente, um dos motivos que culminam nessa situação psicológica, é o estresse no trabalho. Por isso, além de promover ações que visem o bem-estar dos colaboradores, é dever das empresas ficarem atentas a essas mudanças que impactam a gestão de pessoas.

Afinal, as empresas têm até o dia 25 de maio de 2025 para se adequarem às exigências estabelecidas pela NR-1. 

Se você é gestor de RH, te convidamos a seguir a leitura deste artigo conosco até o fim. Venha conosco e conheça melhor esta norma e como ela impacta a sua empresa!

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/quais-sao-os-principais-transtornos-psicologicos-que-podem-causar-afastamento-do-trabalho/ 

O que é a NR-1?

Primeiramente, antes de entendermos quais são essas mudanças, é importante que você conheça melhor o que é a NR-1.

Em suma, a Norma Regulamentadora nº 1 estabelece as disposições gerais e o campo de aplicação das Normas Regulamentadoras (NRs) de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil. 

Essa norma foi estabelecida no ano de 1978, a partir da Portaria nº 3.214, e define os princípios básicos para a implementação das demais normas, além de regulamentar a gestão da segurança e saúde no ambiente de trabalho.

Isso significa, que o seu principal objetivo é proporcionar um ambiente de trabalho mais seguro, prevenindo a ocorrência de acidentes e doenças ocupacionais.

Para tal, essa norma estabelece diretrizes claras acerca das responsabilidades das empresas e colaboradores, além de padronizar termos técnicos e outros conceitos utilizados nas demais normas regulamentares.

A NR-1 é um instrumento do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), sendo responsável por abordar o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), que inclui regras para identificar, avaliar e controlar riscos ocupacionais, até mesmo, os riscos psicossociais, que passaram a ficar em evidência com as novas atualizações.

Ademais, esta norma também é responsável por definir quais empresas devem seguir as NRs, indicando medidas adequadas às demandas de cada setor.

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/como-promover-a-inteligencia-emocional-no-ambiente-de-trabalho/ 

Quais são os principais pontos abordados pela NR-1?

Conforme mencionamos no item acima, o principal intuito da NR-1 é determinar diretrizes sobre as NRs de SST no Brasil. 

Neste sentido, os principais pontos abordados pela norma incluem: 

  • Campo de Aplicação: A NR-1 se aplica a todas as empresas que possuem empregados contratados no regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT);
  • Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO): Exige que as empresas identifiquem, avaliem e controlem riscos à segurança e saúde dos colaboradores;
  • Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR): Documento obrigatório que reúne as ações para controle e monitoramento de riscos no ambiente de trabalho;
  • Treinamentos e Capacitações: Estabelece que os treinamentos podem ser presenciais, semipresenciais ou a distância, desde que sigam os critérios da norma;
  • Direitos e Deveres: Define responsabilidades de empregadores e empregados na adoção das medidas de segurança.

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/machismo-no-ambiente-de-trabalho-como-lidar/ 

Quais foram as mudanças na NR-1 para 2025?

Bom, chegamos ao tema principal deste artigo, afinal, conforme mencionamos anteriormente, a NR-1 passou por mudanças recentes, e que entrarão em vigor no ano de 2025.

Essas atualizações ocorreram por meio da Portaria nº 1.419, que foi publicada no dia 27 de agosto de 2024 pelo MTE.

O principal objetivo dessas atualizações foi aprimorar a gestão e a segurança e saúde no trabalho dos trabalhadores brasileiros.

Neste sentido, as principais mudanças foram as seguintes:

Inclusão dos riscos psicossociais

A atualização da NR-1 introduziu a obrigatoriedade das empresas identificarem e gerenciarem riscos psicossociais. 

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) considera riscos psicossociais, fatores como estresse, assédio moral, assédio sexual, discriminação, falta de reocnhecimento, carga mental excessiva e Síndrome de Burnout.

Além disso, a OIT também inclui outros fatores relacionados às condições de trabalho inadequadas, como iluminação inadequada, ruído excessivo, calor extremo, problemas na ergonomia, entre outros.

Todos esses fatores precisam ser considerados no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) das empresas.

Desse modo, as atualizações na NR-1 estabelecem que as organizações devem documentar esses aspectos no inventário de riscos, bem como criar medidas que ajudem a reduzir os seus impactos.

Com isso, é possível estabelecer um ambiente de trabalho mais humanizado, que não prejudique a saúde mental e física dos colaboradores.

Participação ativa dos trabalhadores

Além disso, a NR-1 enfatiza a participação ativa dos trabalhadores no que diz respeito à gestão dos riscos ocupacionais.

Antes das atualizações, a norma apenas mencionava “ouvir os trabalhadores”. Todavia, agora há exigência que os colaboradores participem de forma efetiva do processo, alinhando-se às práticas internacionais da segurança ocupacional.

Neste sentido, a norma estabelece que as empresas precisam adotar mecanismos para consultar os colaboradores sobre a percepção dos riscos ocupacionais. 

Para isso, elas podem utilizar manifestações da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPA). Ademais, tanto os colaboradores quanto a própria CIPA podem pedir revisões justificadas no gerenciamento de riscos.

Definições e critérios de avaliação de riscos

Outra mudança trazida pela nova NR-1 diz respeito às definições e critérios de avaliação de riscos ocupacionais.

Neste caso, a gravidade das consequências é um critério chave para que a empresa tome decisões.

Além disso, a severidade de um risco não mais considera o total de colaboradores expostos. Agora, o número de expostos será utilizado como critério de desempate na elaboração do plano de ação.

Isso significa, que quanto maior for o número de trabalhadores expostos a um risco, maior deverá ser a urgência na implantação de medidas preventivas.

Direito de recusa à investigação de acidentes

Por fim, outra mudança trazida pela nova NR-1 é em relação ao direito de recusa à investigação de acidentes.

Ou seja, essa norma ampliou as garantias sobre o direito de recusa dos trabalhadores em condições inseguras, garantindo que eles não sofram represálias.

Também foi incluída a necessidade da análise dos quase-acidentes, além do detalhadamente de metodologias que ajudem a investigar acidentes e doenças ocupacionais.

O objetivo dessas mudanças é mitigar os riscos, antes que eles causem danos reais aos colaboradores.

Todas essas atualizações reiteram o compromisso para a construção de ambientes de trabalho mais saudáveis e seguros, reforçando a importância da saúde mental e da participação dos colaboradores na gestão de riscos.

Vale relembrar, que todas essas mudanças vão entrar em vigência no dia 26 de maio de 2025. Até lá, as empresas têm tempo para se prepararem para implementar medidas preventivas e corretivas adequadas.

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/doencas-que-dao-estabilidade-no-emprego-voce-sabe-quais-sao/ 

Como adequar sua empresa à NR-1?

Agora que você está mais familiarizado com as mudanças que ocorreram na NR-1, é importante que saiba como adequar sua empresa a essas atualizações, principalmente se a sua organização tem CIPA.

Essa normativa exige que os documentos de gerenciamento de riscos fiquem sempre disponíveis para fiscalização da Inspeção do Trabalho.

Além disso, a CIPA também exige que as empresas realizem ações efetivas, que visem a criação de ambientes de trabalho mais saudáveis e seguros.

A seguir, listamos um passo a passo, que vai te ajudar na adequação:

Implemente o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO)

Primeiramente, você deve implementar o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). 

Para isso, é necessário identificar todos os riscos presentes no ambiente de trabalho, bem como avaliar a severidade e a probabilidade dos riscos. Além disso, é importante definir medidas de controle para minimizar ou eliminar os perigos. 

Uma forma de facilitar a implementação do GRO é utilizar metodologias como a Matriz de Risco ou a Análise Preliminar de Risco (APR).

Elabore e mantenha o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)

Na sequência, você deve manter o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), um documento obrigatório contendo as diretrizes de segurança e prevenção. 

O PGR deve incluir alguns itens, como o Inventário de Riscos e o Plano de Ação para Controle de Riscos. Além disso, é essencial atualizar o PGR sempre que houver mudanças no ambiente de trabalho.

Capacite e treine os colaboradores 

Capacitar e treinar os colaboradores também é uma forma de garantir a implantação efetiva da NR-1.

Aqui, é importante um trabalho efetivo por parte dos gestores de RH, que devem fornecer treinamentos de segurança na admissão de novos profissionais e outros periódicos, sempre que for necessário.

Identifique e gerencie riscos psicossociais

Conforme mencionamos anteriormente, a inclusão dos riscos psicossociais foi a principal mudança trazida pela atualização da NR-1.

Logo, é fundamental que a sua empresa esteja ligada nesta questão, o que inclui avaliar a carga de trabalho, estresse, assédio no trabalho, entre outros fatores psicológicos que possam estar afetando os colaboradores.

Além disso, é importante implementar medidas preventivas e canais de denúncia, para que os líderes, gestores e supervisores consigam agir e corrigir eventuais problemas que possam prejudicar a cultura organizacional da empresa.

Para isso, é possível criar pesquisas de clima organizacional e políticas de bem-estar, além de fornecer suporte psicológico quando for necessário.

Garanta a participação dos colaboradores

Porém, não basta apenas gerenciar os riscos psicossociais. Também é importante envolver os colaboradores no processo de segurança, criando um canal de comunicação aberto para sugestões e reclamações.

Neste sentido, o RH pode organizar reuniões periódicas sobre segurança no trabalho. Além disso, caso a sua empresa ainda não tenha uma CIPA, é recomendável criá-la.

Mantenha a documentação em ordem

Todas as medidas que listamos acima são importantes, e ajudam a sua empresa a estar em conformidade com a nova NR-1.

Porém, de nada adianta apenas cumprir as exigências legais se não houver um compliance bem estruturado.

Portanto, é crucial garantir que todos os documentos estejam atualizados, e que as ações tomadas também sejam documentadas, para proteger a empresa nos casos de auditorias.

Para isso, você pode realizar algumas boas práticas, como digitalizar relatórios e registros e realizar auditorias internas periódicas.

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/sua-empresa-esta-preparada-para-receber-uma-fiscalizacao-do-ministerio-do-trabalho/ 

Qual a importância da revisão na NR-1?

Assim como ocorreu com a Reforma Trabalhista de 2017, que alterou pontos essenciais na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e com a Portaria 671, que modificou questões importantes no ponto eletrônico, a revisão da NR-1 também tem o seu grau de relevância.

Neste sentido, essa revisão é importante porque moderniza e simplifica regras gerais relacionadas à SST, tornando-as mais eficazes e alinhadas às tendências do mercado.

Afinal, à medida que as denúncias de assédio moral e sexual têm crescido, o Ministério da Saúde já passou a incluir transtornos mentais na lista de doenças ocupacionais. 

Desse modo, a atualização da NR-1 se torna importante por uma série de razões, como:

  • Reconhece os impactos da saúde mental no ambiente de trabalho;
  • Fortalece a cultura preventiva e as políticas de bem-estar;
  • Possibilita uma gestão de riscos mais completa;
  • Amplia o foco na gestão de SST;
  • Permite que essa normativa esteja alinhada à outras normas regulatórias;
  • Incentiva ambientes de trabalho mais seguros, produtivos e saudáveis.

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/bullying-corporativo-como-o-rh-pode-combate-lo/ 

Qual é o prazo para adaptação à nova NR-1?

Conforme mencionamos em outros itens, o prazo máximo para adaptação à nova NR-1 é até o dia 25 de maio de 2025. 

Posteriormente, a norma atualizada vai entrar em vigência nove meses após a sua publicação, de acordo com as determinações dispostas na Portaria MTE nº 1.419/2024.

Esse período de transição é importante para que as empresas não queimem etapas, e consigam revisar seus processos internos, além de treinar seus colaboradores e demais profissionais, para que todos estejam alinhados às mudanças.

Além do mais, o período transitório permite que as empresas implantem as ferramentas, como o Canal de Denúncia, e adotem as boas práticas, que ajudem a mitigar os riscos ocupacionais.

Assim, é possível garantir que a empresa realmente consiga fortalecer a segurança e o bem-estar dos seus colaboradores.

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/5-dicas-para-aumentar-o-engajamento-e-a-motivacao-no-trabalho/ 

O que acontece com a minha empresa se ela não se adequar à NR-1?

É de suma importância que a sua empresa esteja atenta aos prazos e exigências determinadas pela nova NR-1, pois caso contrário, ela poderá estar sujeita a penalidades e outras sanções legais.

Afinal, a não estruturação do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) pode fazer com que a empresa seja multada severamente, ou em casos mais extremos, tenha até mesmo que fechar as portas.

Todas as medidas propostas pela atualização desta norma visam a proteção dos colaboradores e a manutenção de um ambiente de trabalho efetivamente seguro, que seja capaz de trazer resultados positivos para todos os profissionais.

Portanto, o investimento nas atualizações da NR-1 deve ser considerado como uma prioridade dentro da sua empresa, que deve estar em conformidade com todas as exigências e obrigações legais, independentemente de quais sejam elas.

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/certificacoes-ambientais-quais-as-principais-e-a-importancia-delas-para-sua-empresa/ 

Conclusão

Por fim, ao concluir a leitura deste artigo, você conseguiu conhecer melhor o que é a NR-1 e quais são as mudanças que vão atualizar esta norma.

Essas atualizações são importantes para transformar a segurança nas empresas, pois elas ajudam na criação de uma mentalidade que tenha foco na prevenção e no cuidado mútuo.

Entretanto, para que isso seja possível, é necessário que haja o envolvimento de todos os profissionais nas ações de segurança e nas boas práticas. 

Assim, a segurança no trabalho realmente se torna uma prioridade organizacional, possibilitando a construção de um ambiente de trabalho mais seguro e eficiente.

Afinal, o bem-estar e a saúde dos colaboradores é tão importante quanto o bem-estar físico. Por isso, organizações que visam um ambiente empresarial mais harmônico devem identificar e prevenir os riscos psicossociais no trabalho.

A Dixi Soluções apoia e incentiva a segurança e o bem-estar nas empresas, por meio das nossas tecnologias para o controle de ponto e gestão de pessoas!

Nós podemos ajudar a sua empresa a revolucionar os seus processos organizacionais, e elevar estrategicamente o potencial do seu RH.

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Controle de ponto em tempo real: como isso funciona?

À medida que a tecnologia avança, a busca por soluções inovadoras para a gestão da jornada de trabalho se intensifica. Neste sentido, o controle de ponto em tempo real vem se tornando uma realidade cada vez mais presente nas empresas brasileiras.

Essa ferramenta surgiu para otimizar a forma como o controle da jornada de trabalho era realizado, além de resolver outras demandas dos gestores de RH, que passaram a ter a garantia de uma gestão de pessoas mais justa e transparente.

Ao longo da história, monitorar a frequência dos colaboradores sempre foi uma tarefa complicada, principalmente nos últimos anos, quando a pandemia de Covid-19 teve início.

Naquela ocasião, o trabalho híbrido e remoto passou a se popularizar entre as empresas brasileiras, que se viram obrigadas a buscar alternativas para assegurar que os processos organizacionais continuassem ocorrendo da forma correta, em conformidade com as leis trabalhistas.

Além disso, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), estabelece a obrigatoriedade do controle de ponto em todas as empresas que tenham mais de 20 colaboradores, inclusive nas organizações que trabalham à distância.

Desse modo, a tecnologia do controle de ponto em tempo real, se tornou uma ótima alternativa para as empresas gerenciarem os horários de entradas e saídas dos colaboradores.

Neste artigo, exploramos melhor como essa ferramenta pode revolucionar a maneira como as empresas monitoram a jornada de trabalho dos seus colaboradores, bem como as vantagens que ela proporciona. 

Portanto, te convidamos a seguir a leitura conosco até o fim e acompanhar este conteúdo conosco!

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/registro-de-ponto-no-trabalho-hibrido-como-a-tecnologia-pode-ajudar/ 

O que é o controle de ponto em tempo real?

Primeiramente, antes de entendermos melhor os diferenciais que esta ferramenta oferece, é importante que você conheça o que é o controle de ponto em tempo real.

De modo geral, ele é um sistema que registra a jornada de trabalho dos colaboradores de forma instantânea, no momento em que eles marcam seus pontos.

Isso significa, que todos os registros de entrada, saídas, intervalos, pausas, horas extras, e demais eventos da jornada de trabalho, podem ser monitorados em tempo real pelos gestores de RH.

Ou seja, ao invés de depender controle de ponto manual ou outros sistemas que só atualizam as informações ao final do dia, o controle de ponto em tempo real permite que as empresas acompanhem de forma instantânea os eventos e variáveis que compõem a jornada de trabalho.

Essa tecnologia muitas vezes utiliza dispositivos móveis, como celulares, tablets ou notebooks, geolocalização e sistemas integrados, que facilitam o acesso imediato às informações.

Além disso, essa ferramenta oferece diversos recursos de segurança que ajudam a evitar as fraudes no controle de ponto dos colaboradores.

Com isso, essa tecnologia assegura uma maior precisão nas rotinas organizacionais, como gestão de férias, folgas e banco de horas, tornando mais prática e transparente a relação trabalhista.

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/registro-de-ponto-por-geolocalizacao-o-que-fala-a-lei-trabalhista/ 

Como funciona o controle de ponto em tempo real?

Agora que você já conhece melhor o que é o controle de ponto em tempo real, fica mais fácil de compreender como ele funciona na prática.

Em suma, esse funcionamento ocorre de maneira bem simples, por meio de um sistema em nuvem. 

Por conta disso, o dispositivo não precisa ser conectado a nenhum cabo para poder funcionar. É necessário somente que o sistema seja configurado com as informações e dados da empresa.

Desse modo, sempre que os funcionários marcarem os seus pontos, as informações são armazenadas de forma automática neste servidor em nuvem. 

Essa é uma das principais características do controle de ponto em tempo real: a sua capacidade de fornecer dados instantâneos e precisos. 

Isso significa que tanto os gestores quanto os colaboradores podem verificar suas horas trabalhadas em qualquer momento do dia, utilizando apenas um celular ou tablet.

Além disso, essa abordagem pode incluir notificações automáticas, alertando gestores sobre irregularidades, como atrasos ou faltas, possibilitando uma resposta rápida e eficaz.

Outro aspecto importante é a integração com outras ferramentas de gestão do RH, afinal, essa ferramenta pode se conectar a plataformas de folha de pagamento, gestão de desempenho e planejamento de recursos, criando um ecossistema mais eficiente. 

Isso não só melhora a precisão dos dados, mas também economiza tempo e reduz a margem de erro, proporcionando uma gestão de ponto mais estratégica.

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/relogio-de-ponto-mobile/ 

O que a CLT diz sobre o controle de ponto em tempo real?

Sempre que falamos sobre ferramentas para registro de ponto, é comum existirem algumas dúvidas por parte dos gestores de RH.

Não é diferente com o controle de ponto em tempo real. Afinal, essa tecnologia é realmente permitida pela legislação trabalhista?

No início deste artigo, nós citamos que a CLT estabelece a obrigatoriedade da marcação de ponto para toda empresa que tenha mais de 20 colaboradores em seu quadro de funcionários.

Essas regras estão previstas no segundo parágrafo do artigo nº 74:

“Art. 74. O horário de trabalho será anotado em registro de empregados. (Redação dada pela Lei nº 13.874, de 2019).

§ 2º Para os estabelecimentos com mais de 20 (vinte) trabalhadores será obrigatória a anotação da hora de entrada e de saída, em registro manual, mecânico ou eletrônico, conforme instruções expedidas pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, permitida a pré-assinalação do período de repouso. (Redação dada pela Lei nº 13.874, de 2019)”.

Segundo o presente inciso estabelece, o controle de ponto pode ser feito de três maneiras: manual, mecânico ou eletrônico.

Portaria 671

Além disso, todas essas opções de registro também são resguardadas pela Portaria 671, a lei responsável por estabelecer as regras referentes à utilização do ponto eletrônico.

Se você já acompanha o blog da Dixi Soluções, está familiarizado com a Portaria 671, que foi publicada em novembro de 2021 pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Essa nova legislação, que substituiu as antigas Portarias 1510 e 373, foi criada para modificar algumas questões importantes relacionadas à Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS).

Entretanto, a principal modificação imposta pela Portaria 671 foi em relação à nova classificação dos pontos eletrônicos, que passaram a ser divididos em três categorias:

  • Registrador Eletrônico de Ponto Convencional (REP-C);
  • Registrador Eletrônico de Ponto Alternativo (REP-A);
  • Registrador Eletrônico de Ponto por Programa (REP-P).

É justamente a categoria REP-P que engloba todos os coletores de marcação de ponto, armazenamento de registro e programas de tratamento de ponto, que torna legal a utilização do controle de ponto em tempo real.

Contudo, para que essa ferramenta possa ser utilizada, é preciso que ela cumpra alguns requisitos fundamentais, como:

  • Ser apta a emitir documentos de natureza trabalhista e fiscal;
  • Não permitir a marcação automática de ponto;
  • Emitir o comprovante de ponto de forma impressa ou digital.

Ademais, diferentemente do que ocorre com o REP-A, as tecnologias REP-P não precisam de autorização por meio da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) ou Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

Desse modo, as empresas que utilizam o controle de ponto em tempo real conseguem aproveitar todos os benefícios que essa ferramenta consegue oferecer, conforme veremos nos itens seguintes.

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/4-beneficios-que-o-controle-de-ponto-online-proporciona-ao-rh/ 

Quais as vantagens de utilizar o controle de ponto em tempo real?

A conveniência por poder bater ponto a qualquer hora ou lugar, utilizando somente o seu celular, é sem dúvidas uma das principais vantagens que o controle de ponto em tempo real oferece.

Todavia, isso não para por aí, afinal, existem diversos outros motivos para você considerar implantar essa ferramenta na gestão de pessoas da sua empresa.

A seguir, listamos 5 vantagens que o controle de ponto em tempo real oferece. Veja:

Registros de ponto mais precisos

A precisão na coleta de dados é um dos principais benefícios proporcionados por esta ferramenta. 

Com o controle de ponto em tempo real, as empresas eliminam a possibilidade de erros que podem ocorrer em sistemas manuais, como entradas de horas incorretas ou registros de presença mal feitos. 

Além de garantir que os colaboradores sejam pagos corretamente, essa ferramenta também assegura que a empresa esteja em consonância com todas as regras e determinações da legislação trabalhista, impedindo que a mesma venha a sofrer com os tão temidos processos trabalhistas.

Controle de pontos dos trabalhadores externos

O controle de ponto em tempo real também auxilia na gestão da jornada de trabalho dos profissionais que trabalham em home office e teletrabalho ou externamente, como vendedores, motoristas e técnicos de assistência elétrica.

Afinal, graças aos recursos de GPS e geolocalização, os gestores de RH conseguem monitorar os registros de ponto dos colaboradores a qualquer hora ou lugar.

Além de assegurar que as marcações da jornada de trabalho estão sendo feitas corretamente, essa tecnologia ajuda a otimizar as rotinas de trabalho do RH, que poderá focar esforços em realizar uma gestão de pessoas mais estratégica.

Métricas importantes para o RH

Além disso, a visibilidade imediata das horas trabalhadas permite que os gestores de RH identifiquem rapidamente padrões de comportamento. 

Caso um colaborador frequentemente se atrasar no trabalho, isso pode ser facilmente observado e tratado antes que se torne um problema maior para a empresa.

Assim, é possível realizar um melhor controle de métricas e indicadores chave que são importantes para o RH, como é o caso do absenteísmo e do turnover.

Ambos os indicadores têm potencial para prejudicar a produtividade e o clima organizacional da empresa. 

Portanto, ter informações diariamente e em tempo real, é de extrema importância para que os gestores de RH consigam estruturar um plano de ação, que ajude a realizar melhorias na gestão dos processos organizacionais.

Essa capacidade de monitoramento e análise em tempo real não apenas melhora a gestão da equipe, mas também pode aumentar a responsabilidade individual, já que os colaboradores estão cientes de que suas horas são constantemente registradas e analisadas.

Isso é fundamental para o desenvolvimento de uma cultura organizacional eficiente, e que seja capaz de ajudar a empresa a atrair e reter os seus melhores talentos.

Melhor eficiência operacional

Outra vantagem significativa proporcionada pelo controle de ponto em tempo real, diz respeito a melhoria na eficiência operacional. 

Com um sistema que fornece dados de forma instantânea, as empresas podem otimizar a alocação de recursos, garantindo que as equipes estejam adequadamente preparadas para atender às demandas. 

Isso não apenas melhora a produtividade, mas também, pode resultar em um melhor atendimento ao cliente e, consequentemente, em um aumento nas vendas e na satisfação dos consumidores.

Maior segurança no controle de jornada

Por fim, o controle de ponto em tempo real também proporciona muito mais segurança no controle de jornada.

No ano de 2024, o não pagamento das horas extras foi o maior motivo das disputas na justiça do trabalho, segundo um levantamento realizado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST).

A crescente no número dos passivos trabalhistas pelo não pagamento de horas extras ocorre por conta das falhas na gestão da jornada de trabalho.

O controle de ponto em tempo real ajuda as empresas a reduzirem as fraudes e erros na gestão dos eventos da jornada de trabalho, pois os registros são realizados de forma automática e, posteriormente, são armazenados em banco de dados seguro.

Ademais, esses sistemas costumam contar com medidas de segurança robustas, como autenticação e reconhecimento facial, como é o caso do Registrei.

Ou seja, ao marcar o ponto utilizando o celular, o aplicativo utiliza a geolocalização do dispositivo e o envio de uma foto do colaborador. 

Com isso, adiciona-se uma camada a mais de segurança, garantindo a integridade dos dados e evitando que eles sejam fraudados ou adulterados por terceiros.

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/controle-de-ponto-nos-processos-trabalhistas-qual-a-importancia/ 

Como implementar o controle de ponto em tempo real na minha empresa?

Conforme você observou anteriormente, o controle de ponto em tempo real é uma ferramenta que proporciona diversos benefícios às empresas que o utilizam.

Caso você tenha se interessado por esta tecnologia, e deseja implementá-la em sua empresa, é crucial se atentar a alguns pontos e ter certos cuidados. Afinal, essa implementação requer planejamento e uma abordagem estratégica. 

A primeira etapa é a escolha da tecnologia adequada. É fundamental analisar as necessidades específicas da empresa e buscar soluções que se integrem facilmente com outras ferramentas de gestão e softwares de RH já utilizados. 

Realizar uma pesquisa de mercado, ler avaliações de usuários em fóruns na internet, e até mesmo solicitar demonstrações, são cuidados que podem ajudar na escolha do sistema mais apropriado.

Após a seleção da tecnologia, a próxima etapa envolve a comunicação clara com todos os colaboradores sobre as mudanças que estão por vir. 

É importante que todos os colaboradores entendam como o novo software de controle de ponto funcionará, quais são os benefícios que ele trará à gestão de pessoas, e como isso afetará positivamente suas rotinas diárias de trabalho.

Neste sentido, organizar sessões de treinamento pode ser uma forma eficaz de garantir que todos os funcionários se sintam confortáveis e capacitados a utilizar corretamente esta nova ferramenta. 

Por fim, após a adoção do sistema de controle de ponto em tempo real, é recomendável que a sua empresa esteja aberta a ouvir as opiniões dos colaboradores.

Esse feedback é fundamental para entender como os funcionários estão se sentindo ao utilizar a ferramenta, e quais melhorias podem ser aplicadas.

Assim, essa abordagem não apenas ajuda a resolver rapidamente os problemas. Ela também demonstra que a empresa e o RH valorizam a opinião e a experiência dos colaboradores, o que é importante para aumentar o engajamento e a motivação e a aceitação do novo sistema.

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/sistema-de-ponto-para-empresas-quais-os-beneficios/ 

Melhores prática para o controle de ponto em tempo real

Adotar as melhores práticas para o controle de ponto em tempo real é fundamental para garantir que a implementação seja bem-sucedida e traga benefícios reais para a empresa. 

Uma dessas práticas é a atualização regular do sistema. Assim como qualquer outra tecnologia, é crucial que o sistema de ponto seja mantido atualizado para garantir que novas funcionalidades e correções de segurança sejam implementadas com sucesso.

Outra prática recomendada é a realização de treinamentos contínuos para os colaboradores. 

À medida que novas funcionalidades são adicionadas ao sistema, é importante que todos sejam informados e estejam capacitados a utilizá-las corretamente. 

Isso não só melhora a eficiência do uso da ferramenta, mas também demonstra que a empresa se preocupa com o desenvolvimento e bem-estar organizacional dos colaboradores.

Além disso, é importante que a sua empresa promova uma cultura de transparência e confiança. 

Desse modo, incentivar os colaboradores a questionar e discutir o controle de ponto em tempo real pode ajudar a construir um ambiente em que todos se sintam à vontade para compartilhar suas preocupações e sugestões. Isso pode levar a melhorias significativas na utilização do sistema e no engajamento da equipe.

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/colaborador-nao-bate-ponto-como-acabar-com-este-problema/ 

Como escolher um sistema de controle de ponto em tempo real?

A escolha de um sistema de controle de ponto em tempo real pode ser um grande desafio, principalmente por conta da variedade de opções disponíveis no mercado.

Neste sentido, é importante que você conheça os caminhos para garantir que a sua empresa escolha a melhor ferramenta que atenda às suas necessidades.

A primeira consideração que você deve fazer, é em relação à escalabilidade do sistema.

É importante optar por uma solução que possa crescer junto com sua empresa, adaptando-se a mudanças no número de colaboradores ou na complexidade das operações.

Outro aspecto que você deve levar em consideração, diz respeito à facilidade de uso. Afinal, um sistema complicado e difícil de navegar pode gerar resistência por parte dos colaboradores, além de resultar em erros nos registros de ponto.

Portanto, é recomendável que o controle de ponto em tempo real tenha uma interface intuitiva e acessível, permitindo que todos os usuários, independentemente de seu nível de habilidade tecnológica, consigam utilizá-lo sem grandes dificuldades.

Ademais, também é crucial levar em consideração a segurança dos dados dos colaboradores.

Com o aumento dos debates e das preocupações sobre privacidade e proteção de informações, é fundamental que o sistema escolhido tenha protocolos robustos de segurança, para garantir que os dados dos colaboradores estejam realmente seguros. 

Isso inclui criptografia de dados, autenticação de múltiplos fatores e conformidade com regulamentações de proteção de dados, como é o caso da Lei Geral da Proteção de Dados (LGPD).

Ao seguir esses cuidados, você terá condições para escolher o melhor controle de ponto em tempo real para sua empresa, assegurando que ela tenha uma ferramenta eficiente para o crescimento organizacional, e que o seu departamento de RH seja otimizado estrategicamente.

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/sistema-de-ponto-para-pequenas-empresas/ 

Conclusão

Por fim, ao concluir a leitura deste artigo, você pôde conhecer melhor o que é o controle de ponto em tempo real, que não é uma tendência, mas sim, uma necessidade crescente no ambiente corporativo atual. 

À medida que as empresas buscam maneiras de otimizar a gestão de RH e aumentar a produtividade, essa ferramenta se destaca como um componente essencial.

Com a capacidade de monitorar a jornada de trabalho dos colaboradores em tempo real, as empresas podem garantir precisão nos registros de ponto, promover a transparência e melhorar a eficiência operacional.

As vantagens dessa ferramenta são evidentes: redução de erros, aumento da responsabilidade individual e melhoria no engajamento dos colaboradores.

Além disso, com o suporte de tecnologias avançadas, é possível implementar e otimizar o controle da jornada de trabalho de forma muito mais eficaz.

Portanto, investir em um sistema de controle de ponto em tempo real é um passo estratégico que pode trazer benefícios significativos a curto e longo prazo para sua empresa.

Sendo assim, se você deseja começar essa transformação digital na sua gestão de pessoas, e garantir que sua empresa e o seu RH estejam preparados para enfrentar os desafios do futuro, nós te convidamos a conhecer o Registrei, o controle de ponto em tempo real mais moderno do mercado!

Desenvolvido pela Dixi Soluções, ele é o nosso controle de ponto online é compatível com os sistemas operacionais Android e iOS, sendo a tecnologia ideal para otimizar a gestão do seu RH!

Com o Registrei, os colaboradores podem marcar os seus pontos com poucos cliques, inclusive, de forma offline, caso não haja disponibilidade da conexão com a internet no momento em que a marcação for realizada.

Todos os dados e informações da jornada de trabalho são armazenados em nuvem, e são enviados de forma automática para o sistema quando a conexão for restabelecida, assegurando toda a proteção necessária no processo.

Emita relatórios instantâneos, tenha um controle da jornada de trabalho com poucos cliques, na palma da sua mão, e eleve o patamar e o potencial estratégico do seu RH ao próximo nível!Entre em contato com nosso time de especialistas, conheça todas as vantagens e funcionalidades do Registrei, e descubra como o nosso controle de ponto em tempo real pode revolucionar o seu e a sua gestão de pessoas!

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Tudo o que você precisa saber para criar um PDI de sucesso!

O Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) é uma das ferramentas mais utilizadas na gestão de pessoas e desenvolvimento dos colaboradores de uma empresa.

Por meio dele, os gestores de RH e demais líderes empresariais conseguem determinar caminhos claros e eficientes para que os funcionários atinjam metas de curto, médio e longo prazo, o que é importante para o desenvolvimento pessoal e profissional.

Até por conta disso, ela se torna uma ferramenta indispensável para uma gestão de pessoas mais humanizada, pois permite que o RH e demais líderes e supervisores elaborem ações estratégicas de desenvolvimento, a fim de alinhar as necessidades da empresa e do colaborador, para garantir resultados mais assertivos.

Porém, mesmo com todos esses benefícios, ainda é comum algumas empresas não utilizarem essa ferramenta de gestão. 

Dados recentes indicam que a adoção de Planos de Desenvolvimento Individual nas empresas brasileiras varia de acordo com o porte da organização. Neste sentido, 66,34% das empresas com até 49 colaboradores não utilizam o PDI como método de desenvolvimento.

Além de estarem desperdiçando uma ótima oportunidade de desenvolver melhor seus profissionais, essas empresas também perdem a chance de construir equipes de alta performance.

Desse modo, se a sua empresa ainda não utiliza essa ferramenta, é hora de mudar este jogo. Para isso, nós preparamos este artigo completo, com tudo o que você precisa saber para criar um PDI de sucesso.

Portanto, te convidamos a seguir a leitura conosco até o fim, pois este conteúdo será de grande valor para a gestão de pessoas da sua empresa!

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/onboarding-5-estrategias-para-torna-lo-mais-eficiente/ 

O que é um PDI?

Primeiramente, antes de entendermos todos os benefícios que essa ferramenta oferece, e quais os caminhos para você criá-la com sucesso, é importante que você conheça melhor o que é, de fato, um PDI.

De modo geral, como o seu nome sugere, o Plano de Desenvolvimento Individual é um plano elaborado para ajudar um profissional a desenvolver suas habilidades, aprimorar seu desempenho e alcançar seus objetivos de carreira dentro da empresa.

Por conta disso, ele é personalizado conforme as necessidades específicas do colaborador e da empresa, servindo como um guia para o crescimento e aprendizado contínuo.

Além disso, por meio dessa ferramenta, a empresa consegue estruturar planos de carreira, oferecer oportunidades de crescimento, engajar e motivar os colaboradores, para que eles consigam performar com mais eficiência e qualidade.

Isso faz toda a diferença no cenário competitivo do mercado de trabalho, principalmente se considerarmos que o turnover é um dos maiores obstáculos enfrentados pelas organizações.

Logo, ao investir em PDI bem elaborado, as empresas conseguem desenvolver equipes mais inovadoras e de alta performance, o que é importante para melhorar a qualidade das entregas e fortalecer a credibilidade da organização.

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/6-tendencias-rh-2025/ 

Por que um PDI é tão importante para a empresa?

Quando um colaborador é contratado por uma empresa, é comum que ele tenha a expectativa de se desenvolver e construir uma carreira sólida, especialmente se ele for recém-formado. 

Em um cenário no qual as empresas sofrem para reter bons talentos em seu quadro de funcionários, ter um PDI estruturado faz toda a diferença para o crescimento profissional.

Além disso, esse plano permite que a empresa direcione o crescimento desses novos colaboradores selecionados, para garantir que eles consigam executar de forma eficaz as suas atividades dentro da organização.

Quando falamos sobre plano de carreira, isso é essencial, pois a empresa consegue desenvolver o colaborador desde o início da sua trajetória. Assim, é possível prepará-lo para assumir cargos de liderança ou funções mais estratégicas futuramente.

Além disso, o PDI também serve como uma ferramenta de feedback, possibilitando que os gestores indiquem aos colaboradores quais são seus pontos fortes e fracos, limites e capacidades.

Assim, quando o colaborador consegue vislumbrar com mais clareza o que ele tem de bom, e o que é possível melhorar, naturalmente, ele irá se sentir mais valorizado, tendo um sentimento de pertencimento no crescimento da empresa, o que é crucial para aumentar a motivação no trabalho.

Com isso, o Plano de Desenvolvimento Individual permite que os colaboradores se desenvolvam e a empresa prospere, proporcionando ganhos para ambas as partes.

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/bullying-corporativo-como-o-rh-pode-combate-lo/ 

Definindo metas e objetivos no PDI

Agora que você conheceu melhor o que é e qual a importância desta ferramenta, é essencial compreender qual é a melhor maneira de estruturá-la. Afinal, isso requer um planejamento prévio.

Definir metas e objetivos claros é um dos primeiros passos para a criação de um PDI de sucesso na empresa. 

Contudo, ao estabelecer essas metas, é crucial que elas sejam específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e temporais, naquela que é conhecida como metodologia SMART. 

Isso é importante, pois metas bem formuladas ajudam a manter o foco e a motivação do colaborador, além de facilitar o acompanhamento do seu progresso ao longo do tempo e da sua jornada de trabalho.

Aqui, vale um ponto de atenção aos gestores de RH: quando for definir as metas, é importante levar em consideração tanto os objetivos de curto prazo, quanto os de longo prazo.

Em relação às metas de curto prazo, elas podem incluir a conclusão de um curso online, ou a participação em workshops e eventos profissionalizantes. 

Sobre os objetivos de longo prazo, eles podem abranger a ascensão a uma posição de liderança ou a especialização em uma área específica dentro da empresa. 

Assim, ao fazer essa combinação das metas, a empresa permite que o colaborador consiga ter uma visão mais ampla do seu desenvolvimento profissional, ao mesmo tempo em que ele se mantém focado naquilo que pode ser alcançado de forma mais imediata.

Além disso, também é essencial que as metas sejam alinhadas com a visão de carreira do funcionário, bem como suas aspirações pessoais e profissionais.

Essa combinação ajuda a garantir que o PDI não fique limitado apenas a uma lista de desejos, mas sim, que ele seja realmente um plano estratégico e personalizado, capaz de contribuir para o crescimento e atingimento das metas profissionais.

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/o-que-e-hr-tech/ 

Como identificar as competências a serem desenvolvidas no PDI?

A identificação das competências profissionais que precisam ser desenvolvidas, é uma etapa crucial na elaboração de um PDI de sucesso. 

Neste contexto, as competências podem ser entendidas como os conhecimentos, atitudes, power skills entre outras habilidades que um colaborador deve possuir para que consiga performar e desempenhar com sucesso as funções dentro da empresa.

Essa identificação deve ser realizada de maneira honesta e reflexiva. Por isso, é fundamental que os gestores de RH e demais líderes empresariais não deixem de fornecer feedbacks constantes aos colaboradores, pois eles fazem toda a diferença na estruturação do Plano de Desenvolvimento Individual.

Além disso, conversas com outros colegas de trabalho também podem fornecer insights valiosos sobre quais competências o colaborador precisa desenvolver para evoluir profissionalmente em sua trajetória profissional.

Depois de identificar esses pontos, é importante que os gestores de RH dividam as competências em três grupos: técnicas, interpessoais e de liderança.

Neste sentido, as competências técnicas devem levar em consideração os conhecimentos específicos da área de atuação do colaborador, enquanto as interpessoais, envolvem a capacidade que o profissional tem em se relacionar e comunicar com os outros. 

Em relação às competências de liderança, elas são essenciais para as empresas que contam com planos de sucessão de cargos, e que buscam desenvolver certos colaboradores para que eles possam assumir essas posições estratégicas futuramente.

Essa divisão de competências possibilita que os gestores de RH criem um foco claro e direcionado nas áreas que precisam de desenvolvimento, assegurando que o PDI do colaborador seja estruturado de forma mais eficaz.

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/diversidade-como-construir-nas-empresas-e-por-que-e-importante/ 

Passo a passo para criar um PDI de sucesso na empresa

Chegamos ao tópico central deste artigo. Afinal, se você chegou até aqui, é porque buscava os melhores caminhos para construir um PDI de sucesso em sua empresa, certo?

A criação de um plano eficaz envolve alguns passos, que quando seguidos corretamente, contribuem para que essa ferramenta seja, de fato, estratégica para a empresa e também para os colaboradores.

Sem mais delongas, confira abaixo, o passo a passo para implantar um PDI de sucesso:

Primeiro passo: Realize uma autoavaliação a feedback 360º 

O autoconhecimento é a base para que um colaborador consiga se desenvolver de maneira eficiente. 

Portanto, como primeiro passo para que o PDI tenha sucesso, você deve incentivar os colaboradores a fazerem uma autoavaliação sobre suas habilidades, forças e áreas de melhoria. 

A utilização de feedbacks construtivos de outros gestores, líderes e colegas, também contribui para que o colaborador tenha uma visão completa sobre o seu desempenho e as oportunidades de crescimento dentro da empresa.

Segundo passo: Defina metas e objetivos

Após realizar a autoavaliação, o segundo passo para a criação do PDI, é definir quais são as metas e objetivos que deverão ser alcançados.

Para isso, pode ser utilizada a metodologia SMART (Specific Measurable Achievable Relevant e Time-bound), ou, traduzindo para o português (Específicas Mensuráveis Atingíveis Relevantes e Temporais).

Na prática, essas metas são:

  • Específicas: detalhadas e bem definidas.
  • Mensuráveis: passíveis de avaliação.
  • Atingíveis: realistas e exequíveis.
  • Relevantes: alinhadas aos objetivos da empresa e do colaborador.
  • Temporais: com prazos definidos.

Para melhor entendimento da metodologia SMART, pense em um colaborador que precisa aprimorar as habilidades de liderança. Para isso, ele deverá fazer um curso específico até o próximo trimestre, e na sequência, aplicar o conhecimento adquirido em um projeto interno. 

Terceiro passo: Estabeleça um plano de ação

Como terceiro passo na estruturação do PDI, após a definição das metas, é importante estabelecer um plano de ação, que descreva quais são as etapas necessárias para alcançá-las.

Neste sentido, é importante que o plano inclua prazos, recursos necessários e eventuais obstáculos que precisarão ser superados para que as metas sejam atingidas.

Quarto passo: Monitore e ajuste o PDI regularmente

Na sequência, é crucial que os gestores e a empresa acompanhem regularmente o PDI, a fim de garantir que o colaborador esteja realmente progredindo.

Isso pode incluir a revisão mensal ou trimestral das metas, a avaliação das ações já executadas e a atualização das estratégias conforme for necessário. 

Com isso, essa prática não apenas mantém o profissional motivado, mas também, permite que sejam feitos ajustes rápidos no plano, como resposta às mudanças no objetivos pessoais e profissionais.

Quinto passo: Estimule o desenvolvimento contínuo

Mas, não acaba por aí. Afinal, para que o PDI realmente consiga impactar positivamente o desenvolvimento dos colaboradores, é fundamental que a empresa estimule o aprendizado contínuo.

Portanto, não deixe de criar um ambiente de trabalho que valorize a troca de conhecimento entre os colaboradores. Além disso, reconheça os avanços e ofereça recursos e insumos para que os funcionários alcancem o desenvolvimento profissional.

Ao seguir este passo a passo, você vai garantir que sua empresa implemente com sucesso o PDI para os colaboradores.

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/people-analytics-o-que-e-quais-as-vantagens-e-como-implantar-no-rh-da-sua-empresa/ 

Exemplos de PDI bem sucedidos

Além de descobrir quais são os melhores caminhos para a implementação de um PDI de sucesso, uma outra maneira de entender como um PDI pode ser bem estruturado, é analisar exemplos de planos que foram bem sucedidos.

Imagine este cenário: um profissional de marketing digital, que busca se tornar um especialista em SEO (Search Engine Optimization).

Neste caso, o seu PDI poderia incluir algumas metas que são facilmente atingíveis, como completar cursos de SEO, participar de treinamentos e workshops sobre otimização de conteúdos na internet e implementar alguns projetos práticos no seu trabalho atual.

Outro exemplo, pode ser um gerente de projetos que busca uma promoção para um cargo de liderança na sua empresa. 

Desse modo, o seu PDI pode incluir a meta de adquirir certificações em gerenciamento de projetos, participar de conferências do setor e desenvolver outras habilidades de liderança por meio de feedbacks regulares fornecidos por sua equipe. 

Ademais, esse plano também deve incluir a criação de um cronograma para revisão de metas e avaliação do seu progresso a cada três meses.

Por fim, como outro exemplo prático, considere um profissional que está buscando mudar de área, e realizar uma transição de carreira.

No seu caso, o PDI poderia ser focado em adquirir habilidades relevantes para a nova área. 

Por exemplo, um engenheiro mecânico que deseja se tornar um especialista em dados, pode incluir metas como a conclusão de cursos de análise de dados, prática com ferramentas de visualização, e a realização de projetos de dados em sua nova função. 

Esses são alguns exemplos simples, mas existem outros igualmente interessantes, e que demonstram que um PDI pode ser adaptado a diferentes contextos e objetivos, sempre visando o crescimento e desenvolvimento contínuo do colaborador.

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/como-promover-a-inteligencia-emocional-no-ambiente-de-trabalho/ 

Ferramentas úteis para elaborar um PDI

Se você chegou até aqui na leitura, conseguiu compreender melhor como o PDI é um instrumento muito relevante para o desenvolvimento dos colaboradores.

Além das dicas que citamos anteriormente, também existem diversas ferramentas e recursos que podem facilitar a elaboração e o acompanhamento do Plano de Desenvolvimento Individual. 

Desse modo, uma das ferramentas mais comuns, é o uso de planilhas digitais, que permitem organizar informações, metas e prazos de forma clara e acessível. 

Softwares de gestão de projetos também podem ser utilizados para o acompanhamento do progresso das metas,  facilitando a colaboração com os gestores de RH e demais supervisores que estejam apoiando o desenvolvimento do colaborador.

Além disso, plataformas de aprendizado online também oferecem uma ampla gama de cursos e recursos que podem ajudar na aquisição de novas competências. 

Todas essas plataformas possibilitam que os profissionais aprendam no seu próprio ritmo e conforme as suas necessidades e demandas específicas.

Outra ferramenta muito poderosa é o bom e velho networking. Ele serve tanto para os gestores, quanto para os colaboradores, afinal, a troca de conhecimentos nunca é demais. 

A participação em grupos profissionais, conferências e eventos do setor, pode proporcionar oportunidades de aprendizado e desenvolvimento que não estão disponíveis nos ambientes convencionais.

Ademais, a troca de experiências com outros profissionais também pode enriquecer o PDI e abrir portas para novas possibilidades de crescimento. O uso combinado dessas ferramentas pode maximizar a eficácia do PDI e potencializar o desenvolvimento individual dos colaboradores.

Leia também: https://www.dixiponto.com.br/noticias/ferramentas-de-recrutamento-o-que-sao-e-qual-a-sua-importancia-para-a-empresa/ 

Conclusão

Por fim, ao concluir a leitura deste artigo, você conseguiu entender melhor o que é o PDI e quais são os melhores caminhos para que essa ferramenta seja, de fato, efetiva.

Criar um Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) de sucesso é uma jornada que exige autoconhecimento, planejamento e dedicação, tanto dos gestores, quanto dos colaboradores. 

Para isso, é fundamental seguir as dicas que exploramos neste conteúdo, desde a definição de metas, até a identificação de competências a serem desenvolvidas pelos colaboradores. 

Compreender cada uma dessas etapas é crucial para garantir que o plano se torne uma ferramenta poderosa para o crescimento profissional.

Além disso, a importância do acompanhamento e da avaliação do PDI não pode ser deixada de lado.

Afinal, um PDI bem estruturado não apenas orienta o desenvolvimento pessoal, mas também contribui para o sucesso organizacional, criando uma cultura de aprendizado contínuo.

Ademais, é fundamental lembrar que o PDI é uma ferramenta dinâmica, que deve evoluir com o tempo. À medida que o profissional cresce e suas aspirações mudam, esse plano deve ser revisado e atualizado para refletir essas novas realidades. 

Assim, a empresa conseguirá contar com profissionais mais dedicados em suas atividades, e dispostos a darem o melhor de si pelo negócio, pois eles saberão que também se beneficiarão com isso. Ou seja, todos têm a ganhar com essa ferramenta, que torna a gestão de pessoas ainda mais estratégica.

Além do PDI, o controle de ponto também é uma ferramenta essencial para fortalecer a cultura organizacional da empresa. Portanto, se você deseja fortalecer as suas rotinas do RH, a Dixi Soluções pode te apoiar nesta missão!

Nós somos especialistas em tecnologias para o registro de ponto e gestão de pessoas. 

Graças à nossa expertise e experiência no mercado, já ajudamos milhares de empresas brasileiras a realizarem com segurança e transparência o controle da jornada de trabalho. 

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